Ancelmo Gois
Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva garantiu a liberdade de atuação política de estudantes e sindicalistas. O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, negou nesta sexta-feira o pedido de liminar feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para proibir manifestações políticas de estudantes, centrais sindicais e movimentos sociais a favor de Lula no segundo turno. Cueva rejeitou a tentativa de restringir canais oficiais de lideranças estudantis e proibir debates e atos nos campi. Para fundamentar a decisão, o ministro recorreu a um precedente histórico: a ADPF 548, relatada pela ministra Cármen Lúcia no STF, que declarou inconstitucional qualquer tentativa de reprimir a livre manifestação de ideias nas universidades públicas.
Na prática, UNE, centrais e movimentos sociais seguem com liberdade para fazer campanha. A decisão do ministro veio um dia após a diretoria da UNE publicar nota repudiando a ação como "tentativa de censura e intimidação". Bianca Borges celebrou a negativa da liminar:
“A ação de Flávio Bolsonaro é a prova de que nossa mobilização tem força para derrotá-lo.” Com o caminho liberado, a UNE projeta intensificar os mutirões de "vira-voto" e já convocou grandes atos nacionais para os dias 18 e 24 de outubro. “A gente sabe o que está em jogo: Pé-de-Meia, Prouni, Fies e verba para a universidade pública. Defender Lula é defender o nosso direito de estudar”, afirma Bianca.
https://oglobo.globo.com
Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva garantiu a liberdade de atuação política de estudantes e sindicalistas. O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, negou nesta sexta-feira o pedido de liminar feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para proibir manifestações políticas de estudantes, centrais sindicais e movimentos sociais a favor de Lula no segundo turno. Cueva rejeitou a tentativa de restringir canais oficiais de lideranças estudantis e proibir debates e atos nos campi. Para fundamentar a decisão, o ministro recorreu a um precedente histórico: a ADPF 548, relatada pela ministra Cármen Lúcia no STF, que declarou inconstitucional qualquer tentativa de reprimir a livre manifestação de ideias nas universidades públicas.
Na prática, UNE, centrais e movimentos sociais seguem com liberdade para fazer campanha. A decisão do ministro veio um dia após a diretoria da UNE publicar nota repudiando a ação como "tentativa de censura e intimidação". Bianca Borges celebrou a negativa da liminar:
“A ação de Flávio Bolsonaro é a prova de que nossa mobilização tem força para derrotá-lo.” Com o caminho liberado, a UNE projeta intensificar os mutirões de "vira-voto" e já convocou grandes atos nacionais para os dias 18 e 24 de outubro. “A gente sabe o que está em jogo: Pé-de-Meia, Prouni, Fies e verba para a universidade pública. Defender Lula é defender o nosso direito de estudar”, afirma Bianca.
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