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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Saiba quem é Mariângela Fialek, citada por Dino em caso de emendas.


O ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos), que teve R$ 6.100.000,00 bloqueados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino em inquérito sobre irregularidades na destinação de emendas parlamentares, contava com o apoio de Mariângela Fialek, funcionária da Câmara dos Deputados, segundo a investigação da Polícia Federal. Conhecida como Tuca, a funcionária seria responsável por operacionalizar as demandas relacionadas a emendas atribuídas ao ex-deputado. A decisão de Dino, divulgada no domingo (12.jul.2026), afirma que Fialek dominava os procedimentos administrativos relacionados à distribuição de emendas e teria utilizado esse conhecimento para executar decisões tomadas fora do fluxo legislativo regular. A PF diz haver indícios de peculato em uma possível atuação conjunta entre a funcionária e Cunha. 

Fialek também é investigada em outros 2 inquéritos sobre o uso de emendas parlamentares. Um deles apura suspeitas envolvendo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O outro é decorrente da Operação Transparência, deflagrada pela PF em dezembro de 2025, que teve como um dos alvos o deputado Arthur Lira (PP-AL), de quem a funcionária foi assessora. Funcionária da Câmara há cerca de 6 anos, Fialek já ocupou cargos em diferentes órgãos da administração pública e integrou equipes dos governos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). Em dezembro de 2025, ela foi alvo de mandado de busca e apreensão da PF, que recolheu seu celular durante a investigação sobre a gestão de emendas parlamentares.

Em nota, a defesa de Cunha nega que ele tenha cometido irregularidades e diz que vai contestar a decisão do STF. Os advogados afirmam que as emendas citadas na investigação foram oficialmente apresentadas e indicadas por congressistas, bancadas ou órgãos legitimados. Em nota, a defesa de Mariângela Fialek afirmou que a funcionária da Câmara exercia função exclusivamente técnica na organização das emendas parlamentares da Casa, seguindo decisões da Presidência da Câmara e do Colégio de Líderes. Segundo os advogados, sua atuação era “estritamente técnica, apartidária e impessoal”, em conformidade com a Lei Complementar 210 de 2024, editada para atender às determinações do Supremo Tribunal Federal. A defesa também declarou que Fialek não é investigada por qualquer irregularidade funcional ou criminal e sustentou que o objetivo da Polícia Federal é apenas acessar informações relacionadas ao cargo que ocupava na Câmara. Os advogados afirmam ainda que os dados sobre as indicações de emendas são públicos, encaminhados à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República e publicados no Portal da Transparência.

O Poder360 procurou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para perguntar se gostaria de se manifestar sobre as investigações. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

NOTA DE MARIÂNGELA FIALEK.

Eis a íntegra da nota:

“MARIANGELA FIALEK

“É advogada formada pela PUC/RS e é mestra em Direito do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Profissional experiente e sem histórico de vinculação partidária, integrou o Poder Executivo por quase uma década, tendo inclusive desempenhado a função de Assessoria na Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil no Governo Lula, no ano de 2003. Também ocupou a Subchefia de Assuntos Parlamentares no Governo Temer e foi assessora parlamentar do Ministério de Desenvolvimento Regional no governo Bolsonaro. Trabalhou no Senado da República por 10 anos, desempenhando a função de assessoria jurídica da Liderança dos Governos Lula e Dilma. Trabalha na Câmara dos Deputados há aproximados 6 anos e ocupava cargo em comissão do Gabinete da Presidência (CNE 07 – assessor técnico1), desempenhando suas funções na organização técnica do orçamento.

“Nessa condição, era responsável tecnicamente pela organização das emendas parlamentares, nos exatos termos do que decidido pela Presidência da Casa e por todos os líderes partidários indistintamente (Colégio de Líderes). Sua atuação era estritamente técnica, apartidária e impessoal, nos exatos termos do que dispõe a LC 210/2024, editada em cumprimento às decisões do Supremo Tribunal Federal. Cumpre mencionar que todo material de trabalho de MARIANGELA FIALEK é público, e que todas as informações dali constantes, sobre indicações de emendas, são encaminhadas à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, onde podem também ser encontradas, além de serem publicadas no Portal da Transparência, tal como determinou o Supremo Tribunal Federal.
 
“Finalmente, importante mencionar que não se atribui à MARIANGELA FIALEK a prática de nenhuma irregularidade funcional ou criminal. O OBJETIVO da Polícia Federal é acessar informações relacionadas à função que exerceu na Câmara dos Deputados, relativas às indicações, por Deputados, de verbas de emendas. Tais informações, registre-se, hoje já são públicas.”

NOTA DE EDUARDO CUNHA.
Em nota, a defesa de Eduardo Cunha afirmou que o ex-deputado nega ter exercido, de forma clandestina, funções congressistas.

Leia a íntegra da nota: 

“A defesa de Eduardo Cunha tomou conhecimento, pela imprensa, da decisão divulgada neste domingo e esclarece que, antes da decretação do bloqueio patrimonial, não havia sido intimado, ouvido ou chamado a prestar qualquer esclarecimento no âmbito dessa investigação. Eduardo Cunha não exerce mandato parlamentar e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens. Ao contrário. Conforme pode-se observar, elas foram oficialmente apresentadas e indicadas por parlamentares, bancadas ou órgãos legitimados, únicos que possuem competência sobre o processo orçamentário. Eduardo Cunha sempre pautou sua vida publica pelo compromisso ético e probidade, respeitando as normas legais, inclusive, enquanto exerceu seu mandato parlamentar.

“Deste modo, a defesa rejeita a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar. É igualmente necessário esclarecer que o montante de R$ 6.150.000,00 corresponde ao valor global das emendas questionadas, destinadas a municípios ou outros beneficiários públicos, e nem mesmo a decisão imputa recebimento de qualquer vantagem a Eduardo Cunha. Eduardo Cunha desconhece qualquer irregularidade na tramitação das emendas. Cabe ressaltar que a própria PGR considerou prematuro o bloqueio das contas de Eduardo Cunha.

“A defesa buscará acesso integral à investigação a fim de conhecer o contexto completo dos fatos, exercer o contraditório e impugnar as medidas decretadas”. 

https://www.poder360.com.br 

Caminhoneiros fazem paralisação em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’.


Greve acontece em vários pontos do país; motoristas 
estão parados também nos portos, inclusive em Santos.

Por Chico Alves

A decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Republicanos-AP), de travar a votação da Medida Provisória 1.343, que altera as regras do piso do frete para o transporte rodoviário de cargas (a chamada MP do Frete) levou caminhoneiros de várias regiões do país a iniciarem paralisação às 00:00h desta segunda-feira (13). O movimento foi convocado por líderes de vários sindicatos e associações de motoristas autônomos de caminhão. Um deles é o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão.“Há semanas a gente vem lutando para que o Senado coloque o texto da MP em votação e até agora não aconteceu, por isso a categoria deliberou que faríamos essa paralisação. Essa paralisação não é feita por decisão do sindicalista A ou B. Quem causou essa paralisação foi o Alcolumbre”, disse ele, Ao ICL Notícias.

A mobilização acontece porque a MP perde a validade na quinta-feira (16) e a categoria quer fazer com que Alcolumbre coloque em votação nesta terça-feira (14). A MP do Frete trata da questão do custo mínimo do frete, da autonomia para que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) possa fazer a fiscalização, isenção das multas que foram aplicada em 2022, o fim das multas de entre-eixos, salário-base de R$ 5.000,00 para motoristas celetistas e vários outros pontos.

Em vários portos do país os caminhoneiros estão parados, inclusive no Porto de Santos. Esse tipo de greve é a que mais rapidamente causa reflexo na distribuição dos produtos.“Esse recado vai para todos os caminhoneiros e para o Alcolumbre: Porto de Santos está parado, como foi pedido pela categoria. Alcolumbre, coloque essa pauta para votação senão essa responsabilidade será 100% sua”, alertou Luciano Santos, presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam-Santos), em vídeo gravado à 00:00h de hoje.

Mas  a paralisação não é só dos caminhoneiros que atendem aos portos. “É geral. O objetivo é continuarmos parados até que Alcolumbre coloque a MP em votação”, diz Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL). Algumas lideranças da categoria receberam sinalização de que o presidente do Senado pode mudar de posição e colocar o texto em votação. “Esperamos que isso aconteça”, diz Chorão.

https://iclnoticias.com.br/

domingo, 12 de julho de 2026

Lindbergh pede a Moraes a revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro após carta a Flávio.


Equipe CartaCapital

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a revogação da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o parlamentar, Bolsonaro descumpriu as medidas cautelares impostas, como a proibição de “usar aparelhos celulares e acessar redes sociais”, inclusive por meio de “assessores ou terceiros”, além da “gravação de vídeos e a divulgação de suas imagens e manifestações”. No documento protocolado no sábado 11, Lindbergh relata que o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) leu, nas redes sociais, uma carta escrita pelo ex-presidente e entregue a ele após uma visita realizada mais cedo.

No texto, Bolsonaro disse que Flávio é seu “porta-voz”. Lindbergh afirma que o senador “instrumentalizou” e “burlou” o regime de visitas e, por isso, pede que o pré-candidato pague uma multa de 100 mil reais por “ato atentatório à dignidade da Justiça”. Ao conceder a prisão domiciliar ao ex-presidente, Moraes proibiu a “utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros”, incluindo “as transmissões, retransmissões ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer das plataformas das redes sociais de terceiros”.

Determinou ainda que Jair Bolsonaro não poderia “se valer” dos meios para “burlar a medida”, sob pena de “imediata revogação e decretação da prisão”. Recentemente, o benefício concedido foi analisado após o encerramento do prazo de 90 dias. Dias antes de Moraes reanalisar a prisão de Bolsonaro, uma arma em nome do ex-presidente foi encontrada com um militar em uma blitz. O episódio resultou na abertura de um inquérito policial e quase comprometeu a condição de custódia de Bolsonaro, mas o ministro considerou que não houve “falta grave” no ocorrido.

https://www.cartacapital.com.br/

sábado, 11 de julho de 2026

Dia da Pizza: Brasil Abre 13 Novas Pizzarias por Dia em 2026.


forbes.com.br
Camila Pati

O Brasil ganha uma pizzaria a cada duas horas para dar conta de um consumo de 3.800.000 de pizzas por dia. Os números dimensionam a paixão nacional brasileira pela pizza, homenageada na sexta-feira, 10 de julho. Entre janeiro e maio de 2026, o país registrou a abertura de 1.990 novos estabelecimentos, alta de 6,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram inauguradas 1.875 unidades. Os dados são do Panorama de Mercado 2026, levantamento da Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra). O resultado equivale a 398 pizzarias inauguradas por mês, cerca de 13 por dia. O desempenho dá sequência ao ciclo de crescimento registrado no ano passado. Em 2025, o Brasil ultrapassou a marca de 40.000 pizzarias em operação e encerrou o ano com 40.332 estabelecimentos ativos, avanço de 10,29% sobre 2024. No período, foram abertas 4.109 novas pizzarias e o número de fechamentos caiu ao menor patamar da última década, segundo a associação.

Para o presidente da Apubra, Gustavo Cardamoni, o resultado dos primeiros cinco meses do ano confirma que a expansão do ano passado não foi um movimento isolado. “O mercado continua em expansão, mantém um ritmo consistente de abertura de novos negócios e demonstra que ainda existe espaço para empreender no setor de pizzarias”, diz.

Os números mostram que ano começou mais devagar e que a retomada veio em março. Janeiro e fevereiro tiveram volume de inaugurações ligeiramente inferior ao de 2025. Mas em março, foram abertas 461 novas pizzarias, mais de 100 acima das 355 registradas no mesmo mês do ano anterior. O ritmo se manteve em abril, com 412 unidades, e em maio, com 369. Somente entre março e maio, o país ganhou 1.242 novas pizzarias.
São Paulo lidera, mas expansão se espalha

Não é à toa que o Dia da Pizza foi criado no estado de São Paulo, nos idos 1985. A pesquisa mostra que cada habitante da cidade de São Paulo consome em média 27 pizzas por ano. O estado segue como o principal polo de abertura de pizzarias, com 28% das inaugurações entre janeiro e maio. Na sequência aparecem Minas Gerais e Santa Catarina, ambos com 9%, seguidos por Rio de Janeiro (8%), Paraná (7%), Bahia (6%), Ceará (5%), Goiás (4%), Rio Grande do Sul (4%) e Pernambuco (3%).

A pesquisa indica que o mercado está cada vez mais descentralizado. Quase três em cada quatro pizzarias abertas em 2026 nasceram fora do estado de São Paulo. Segundo a Apubra, o movimento acompanha o fortalecimento dos mercados regionais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Foram utilizadas fontes oficiais do governo e consideradas empresas cadastradas na Receita Federal com situação ativa entre janeiro e maio de 2026, nos portes ME, EPP e LTDA, excluindo microempreendedores individuais (MEIs). A amostra representa cerca de 89% do mercado brasileiro de pizzarias, segundo a associação.
No delivery, 195 pizzas por minuto

De acordo com o Sindbares/Abrasel, mesmo com a expansão de hambúrgueres, bowls e culinária oriental, a pizza continua sendo o prato mais pedido no delivery no Brasil. O iFood entregou 50 milhões de pedidos de pizza no primeiro semestre de 2026, o equivalente a 195 pizzas por minuto em todo o país, segundo análise da plataforma divulgada para o Dia da Pizza. No mesmo período, o número de novas pizzarias parceiras do aplicativo cresceu 27%. Procuradas, a 99Food e a Keeta não toparam compartilhar os dados.

A calabresa segue como o sabor favorito dos brasileiros no iFood, posição que já ocupava no ano passado, seguida pela pizza de frango com requeijão cremoso. A terceira colocação mudou: a marguerita, quinta no ranking de 2025, ultrapassou a muçarela. Completam o top 5 a muçarela e a portuguesa.

A personalização é outro destaque: cerca de 80% dos pedidos em restaurantes da plataforma são de pizzas meio a meio ou customizadas. No Sul, o hábito é ainda mais forte, com índices de 94% em Santa Catarina e de 90,8% no Rio Grande do Sul.

São Paulo também lidera o consumo no delivery, com volume de pedidos quase três vezes superior ao do Rio de Janeiro, segundo colocado. O crescimento mais acelerado, no entanto, vem do Norte e do Nordeste: o Amazonas consumiu 31% mais no primeiro semestre de 2026 na comparação anual, seguido por Pará e Ceará, ambos com alta de 19%.

Os hábitos de consumo confirmam a pizza como programa de fim de semana: 62% dos pedidos no iFood se concentram entre sexta-feira e domingo, com o sábado respondendo por mais de 21% do fluxo semanal. O jantar concentra 95% da preferência.

Nos supermercados atendidos pela plataforma, o comportamento é diferente: o consumidor pede em média duas pizzas por compra, prefere a muçarela e mais de 40% dos pedidos, entre semiprontas e congeladas, acontecem no horário do almoço. Na vertical de mercado, o Maranhão lidera o crescimento, com alta de 305% nos pedidos de pizza no primeiro semestre de 2026 ante o mesmo período de 2025.

https://forbes.com.br/

Trump ameaça destruir o Irã caso país tente assassiná-lo: 'Mil mísseis estão prontos'.

 
Mensagem foi publicada após novos relatos sobre ameaças contra o presidente. Post ocorre em meio à nova escalada de tensões entre EUA e Irã.

Por Redação g1 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (11) que os militares americanos estão prontos para lançar um ataque em larga escala contra o Irã caso o governo iraniano tente assassiná-lo. 

Em uma publicação nas redes sociais, Trump disse que "mil mísseis estão prontos e carregados" contra o Irã e que "milhares" de outros poderiam ser lançados em seguida."Mil mísseis estão prontos para disparo e apontados para a República Islâmica do Irã, com milhares de outros prontos para serem lançados imediatamente em seguida, caso o governo iraniano cumpra a ameaça, feita em muitos cantos do mundo, de assassinar, ou tentar assassinar, o presidente em exercício dos Estados Unidos da América, neste caso, eu", escreveu.

Trump afirmou ainda que as ordens já foram dadas e que as Forças Armadas dos EUA estão preparadas para "dizimar e destruir completamente todas as áreas do Irã" por um período de um ano, com possibilidade de prorrogação. O presidente encerrou a mensagem com a expressão "Louvado seja Alá".

A publicação foi feita dias depois de apoiadores do governo iraniano entoarem palavras de ordem pedindo a morte de Trump durante o funeral do aiatolá Ali Khamenei. Na quinta-feira (9), o jornal The Wall Street Journal informou que Israel compartilhou com os Estados Unidos novas informações de inteligência que, segundo autoridades israelenses, indicariam um novo plano iraniano para matar Trump. O Irã promete há anos retaliar Trump pela morte do general Qassem Soleimani, comandante da Guarda Revolucionária iraniana, morto em um ataque americano ordenado pelo então presidente em janeiro de 2020. Autoridades americanas já anunciaram, em diferentes ocasiões, acusações relacionadas a supostos planos iranianos para assassinar Trump. O Irã nega envolvimento em conspirações do tipo.

https://g1.globo.com/

Dino suspende emendas e bloqueia R$ 119.000.000,00 de Valdemar Costa Neto.

 
Paulo Toledo Piza

Segundo o ministro, há “indícios convergentes” de que os investigados participaram de um esquema que desviou cerca de R$ 119.000.000,00. Ministro afirma que as investigações apontam a atuação coordenada de servidores da Câmara dos Deputados e de Valdemar Costa Neto no direcionamento das verbas.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou a suspensão de emendas parlamentares suspeitas de terem sido indicadas irregularmente pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Na decisão, o ministro manda bloquear R$ 119.000.000,00 das contas do ex-deputado federal. Segundo Dino, há “indícios convergentes” de que os investigados participaram de um esquema para direcionar irregularmente recursos de emendas parlamentares, com possível desvio de aproximadamente R$ 119.000.000,00. O ministro afirma que as investigações apontam a atuação coordenada de servidores da Câmara dos Deputados e de Valdemar Costa Neto no direcionamento das verbas. Em nota, a defesa de Costa Neto criticou a medida cautelar que torna indisponíveis valores do presidente do PL. Os advogados negaram qualquer irregularidade e avaliam que a decisão foi “prematura” em período eleitoral.

A investigação teve origem na operação Transparência, da Polícia Federal, deflagrada em dezembro de 2025 para apurar possíveis irregularidades na distribuição de emendas parlamentares. De acordo com a decisão, mensagens, planilhas e outros documentos apreendidos indicam que Costa Neto teria influenciado a destinação de recursos públicos por meio de servidores da Câmara, mesmo sem exercer mandato. Entre as medidas cautelares, Dino determinou a indisponibilidade patrimonial dos investigados por meio dos sistemas de bloqueio de ativos e bens, além da suspensão imediata da execução de todas as despesas públicas ligadas às emendas apontadas pela Polícia Federal, independentemente de estarem na fase de empenho, liquidação ou pagamento. A Câmara dos Deputados, a Advocacia Geral da União e a Controladoria Geral da União deverão adotar providências para cumprir a decisão e informar as medidas tomadas ao STF em até 10 dias.

O ministro também determinou que a AGU comunique formalmente todos os municípios beneficiários da suspensão das emendas e apresente ao Supremo os comprovantes dessas notificações. Além disso, a Câmara deverá encaminhar toda a documentação relativa à tramitação interna das emendas mencionadas na investigação. Dino afirma que o caso envolve possível violação dos princípios constitucionais de transparência e rastreabilidade na execução do Orçamento. Segundo o ministro, embora a ausência desses requisitos não configure automaticamente crime, os elementos reunidos pela investigação indicam possível prática de peculato-desvio e justificam a adoção de medidas cautelares para preservar recursos públicos e evitar novos prejuízos ao erário durante o andamento das investigações.

https://www.poder360.com.br

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Treta na direita: bolsonaristas detonam pré-campanha de Flávio Bolsonaro.


Fabio Wajngarten, Paulo Figueiredo e Kim Paim criticam 
estratégia, comunicação e organização da pré-campanha.

Paulo Emílio

247 – A pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou a enfrentar críticas públicas de figuras influentes do próprio bolsonarismo, evidenciando um cenário de desgaste e divergências internas na direita. Os ataques ganharam intensidade após a participação do parlamentar, na terça-feira (7), em uma audiência nos Estados Unidos na qual defendeu que o país não imponha novas tarifas sobre produtos brasileiros antes das eleições. Segundo a Folha de São Paulo, aliados históricos de Jair Bolsonaro (PL) passaram a questionar a estratégia política, a comunicação e a organização da campanha de Flávio. As críticas partiram do ex-secretário especial de Comunicação Fabio Wajngarten e dos influenciadores Paulo Figueiredo e Kim Paim, todos ligados ao universo bolsonarista.

Nos bastidores, integrantes da campanha evitaram responder publicamente às manifestações. De acordo com a reportagem, dois integrantes da equipe afirmaram, sob reserva, que os ataques decorrem do descontentamento de pessoas que ficaram fora da coordenação da campanha e minimizaram qualquer participação direta do ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL) nesse movimento.

Wajngarten diz que campanha “não existe”.
Fabio Wajngarten foi um dos mais duros críticos da estrutura montada por Flávio Bolsonaro. Em publicação na rede X, ele afirmou que “a campanha de Flávio não existe. Não tem agenda. Não tem comunicação. Não tem organização. Não tem planejamento.”

Além das críticas, o ex-secretário sugeriu mudanças na equipe. Entre elas, defendeu que Marcello Lopes, conhecido como Marcellão, assuma a coordenação-geral da campanha. Ele também propôs o retorno de Toninho Neto e Walter Longo e sugeriu a participação do marqueteiro Duda Lima, embora pessoas próximas afirmem que ele não demonstra interesse em integrar o projeto. Wajngarten ainda defendeu maior aproximação com setores considerados estratégicos do eleitorado bolsonarista.“Empodere nominalmente grandes lideranças católicas, evangélicas, do agro, da segurança pública, da área médica, da área da educação, do desenvolvimento do varejo, para reuniões semanais com updates diários. Chega de erros, chega de ruídos, chega de quem não conhece nem gosta do bolsonarismo”, destacou.

Paulo Figueiredo critica estratégia e cobra reação.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Paulo Figueiredo classificou a comunicação da campanha como um “desastre” e afirmou que a estratégia estaria excessivamente preocupada com a repercussão na imprensa.“Não adianta Flávio Bolsonaro jogar com as características de um candidato que tem 3% nas urnas. Flávio tem que jogar com as características do bolsonarismo”, declarou. Na sequência, fez referência ao estilo político do ex-presidente Jair Bolsonaro:“Imagina se [Jair] Bolsonaro teria tido qualquer pudor em falar sobre o viés óbvio do voto feminino e do que isso representa. Que saudade daquele que falava que não queria ter filho ‘viado’, que saudade desse bolsonarismo.”

O influenciador também criticou a demora da campanha em divulgar uma nota oficial após a audiência realizada nos Estados Unidos.“Depois a gente perde e não sabe por que a militância é desengajada, por que toma de 7 a 1 na imprensa todos os dias”, afirmou.

Kim Paim questiona coordenação da campanha.
Outro crítico foi o youtuber Kim Paim, que direcionou ataques à coordenação da pré-campanha. Segundo ele, o senador Rogério Marinho (PL), apontado como coordenador-geral, estaria conduzindo o projeto de forma equivocada. “Está alucinado pelo poder”, disse. Paim também afirmou que a campanha não produz material suficiente para mobilizar apoiadores. “O que as pessoas possuem para divulgar o Flávio? Nada. Não tem material sendo gerado”, disparou. Além disso, o influenciador repercutiu reportagem do Metrópoles sobre a participação de Vicente Santini, um dos coordenadores da campanha, em um evento realizado nos Estados Unidos que reuniu o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio, e o empresário Joesley Batista, da J&F. 
“É normal um cara desses cuidar da agenda do Flávio? E vocês não acham ainda mais estranho quando olha e vê que o Flávio não tem agenda? Está sendo claramente sabotado”, disse Paim ao ser questionado sobre o assunto.

Rogério Marinho e Vicente Santini foram procurados para comentar as críticas, mas não responderam até a publicação da reportagem. A equipe de Flávio Bolsonaro também optou por não rebater publicamente os ataques.

https://www.brasil247.com 

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Faria Lima vê atuação de Flávio Bolsonaro em novo tarifaço dos EUA como inócua e 'decepcionante'.

 
Senador participou de audiência pública do governo americano para tentar impedir a imposição de novas tarifas de 25% contra produtos importados do Brasil.

Por João Sorima Neto — São Paulo 

No setor privado e no mercado financeiro, a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL) na audiência pública do governo americano, para tentar impedir a imposição de novas tarifas de 25% dos Estados Unidos contra produtos importados do Brasil, foi considerada inócua. Alguns classificaram a participação como 'decepcionante'. Empresários e gestores consultados pelo GLOBO avaliaram que a presença de um senador brasileiro poderia ajudar se ele tivesse levado argumentos econômicos que contrapusessem o tarifaço. Mas isso não foi o que aconteceu: Flávio deslizou para um tom mais político, o que causou desapontamento entre empresas e associações que representam setores afetados.

Na condição de anonimato, empresários que estiveram na audiência de Flávio ou acompanharam do Brasil seu discurso avaliaram a participação como 'ruim'. Enquanto esperavam mais argumentos técnicos do senador, em um discurso de cerca de cinco minutos, ele citou temas como corrupção no Brasil, além do uso do Pix e do cartão de crédito. O Pix brasileiro foi um dos alvos do governo americano, sob argumento que prejudicavam bandeiras de cartão de crédito americana."O Pix não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal", disse Flávio.

https://oglobo.globo.com

terça-feira, 7 de julho de 2026

Crescimento bilionário da fortuna de Trump reacende debate sobre conflito de interesses; compare as regras dos EUA e do Brasil.


Especialistas explicam quando o enriquecimento de um chefe de Estado pode levantar questionamentos éticos e como a legislação trata conflitos de interesse.

Por Micaela Santos, g1 — São Paulo 

O crescimento da fortuna do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu segundo mandato reacendeu o debate sobre ética pública e conflitos de interesse envolvendo chefes de Estado. Apenas no ano passado, após retornar à Casa Branca, Trump acrescentou mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,3 bilhões) ao patrimônio. Segundo a declaração financeira divulgada pelo próprio presidente, a expansão da riqueza foi impulsionada por negócios da família, especialmente nas áreas de criptomoedas e licenciamento de marca.

A questão é que parte desse crescimento ocorreu enquanto o governo Trump promovia mudanças regulatórias favoráveis ao mercado de ativos digitais. Segundo reportagem do jornal "The New York Times", o presidente e sua família ampliaram os negócios no setor ao mesmo tempo em que o governo flexibilizou regras para a indústria, o que configuraria possíveis conflitos de interesse. Diferentemente de presidentes anteriores, Trump optou por não transferir seus ativos para um blind trust ("fundo cego", em inglês), opção tradicionalmente usada para reduzir a percepção de problemas entre interesses privados e decisões públicas.
 
O blind trust é um mecanismo em que uma pessoa transfere a administração de seus bens e investimentos para um gestor independente. Durante esse período, o proprietário não sabe como os ativos são administrados nem participa das decisões sobre eles. Críticos ouvidos pelo jornal, entre eles representantes do Project on Government Oversight e da Transparência Internacional nos EUA, classificaram a situação como um conflito de interesses sem precedentes. A Casa Branca rejeita as críticas. Em declaração ao jornal "Financial Times", a porta-voz Anna Kelly afirmou que Trump "implementou políticas que tornaram todos os americanos mais ricos e prósperos". Segundo ela, os negócios privados são administrados pelos filhos do presidente.

Uso de influência.
Embora o aumento do patrimônio de um chefe de Estado, por si só, não configure uma irregularidade, ele pode levantar questionamentos quando houver indícios de que decisões públicas tenham beneficiado interesses privados. Para Michel Sancovski, sócio da área de Anticorrupção & Compliance do Tauil & Chequer Advogados associado ao Mayer Brown, "o aspecto central é se esse aumento decorreu do exercício do cargo ou de situações que possam comprometer a imparcialidade das decisões públicas". Segundo ele, a análise também deve levar em conta se decisões do governo favoreceram ou podem ter favorecido o enriquecimento do próprio governante.

O debate sobre os negócios de Trump também chegou ao Congresso dos EUA. Entidades que acompanham o tema defendem a inclusão de uma emenda na Clarity Act, projeto que regulamenta o mercado de ativos digitais no país. A proposta proibiria ocupantes de cargos eletivos e seus familiares mais próximos de lucrar com determinados negócios ligados ao setor durante o exercício do mandato. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Representantes e aguarda análise do Senado.
 
O que diz a lei americana.
Pela legislação americana, o presidente e o vice-presidente estão isentos da principal lei federal sobre conflitos de interesse no Poder Executivo (18 U.S.C. § 208). Na prática, isso significa que o presidente pode manter empresas, investimentos e outros bens durante o mandato. Em geral, a norma impede que autoridades tomem decisões oficiais que possam beneficiar seus próprios interesses financeiros. Por isso, é considerada um dos principais instrumentos de prevenção de conflitos de interesse e de combate à corrupção no governo federal. Em contrapartida, a legislação exige a divulgação anual, em relatórios públicos, de informações detalhadas sobre patrimônio, renda, dívidas e participações societárias. Além disso, a Constituição americana determina que o presidente não pode receber presentes, pagamentos ou benefícios de governos estrangeiros sem autorização do Congresso. Também proíbe que receba remuneração adicional dos governos federal ou estaduais além do salário do cargo. Como a legislação não obriga o presidente a vender empresas nem a transferir seus bens para um fundo independente, muitos ocupantes da Casa Branca adotam essas medidas de forma voluntária para reduzir a percepção de conflitos de interesse.

O Escritório de Ética Governamental (Office of Government Ethics – OGE) fiscaliza o cumprimento das regras de ética no governo federal, mas não tem poder para obrigar o presidente a vender empresas, investimentos ou outros ativos.

O que diz a lei brasileira.
No Brasil, não há uma lei voltada exclusivamente ao presidente da República sobre situações desse tipo. No entanto, a Lei de Conflito de Interesses (Lei nº 12.813/2013) também se aplica ao chefe do Executivo federal por sua condição de agente público. A norma determina que o presidente deve evitar situações em que interesses privados possam interferir no exercício da função pública e proteger informações privilegiadas. Pela legislação brasileira, conflito de interesses é qualquer situação em que um interesse privado possa influenciar de forma imprópria a atuação do agente público, mesmo que não haja prejuízo aos cofres públicos ou vantagem financeira. Segundo Sancovski, a lei brasileira adota uma lógica preventiva. "A lei busca impedir que interesses privados interfiram na atuação do agente público antes mesmo da demonstração de um benefício econômico efetivo ou de prejuízo ao poder público", afirma.

Por isso, durante o mandato, o presidente não pode:
Usar ou divulgar informações privilegiadas em benefício próprio ou de terceiros; Exercer atividades privadas incompatíveis com o cargo; Prestar serviços ou fazer negócios com pessoas ou empresas interessadas em decisões do governo; Tomar decisões que beneficiem empresas das quais ele, o cônjuge ou parentes até o terceiro grau participem; Receber presentes de pessoas ou empresas interessadas em decisões sob sua responsabilidade além dos limites previstos em regulamento.

A proibição de utilizar informações privilegiadas permanece válida mesmo após o fim do mandato. Por outro lado, a legislação também não impede que o presidente seja sócio ou acionista de empresas."O que a legislação veda é que ele atue na gestão ou na administração desses negócios enquanto estiver no cargo ou utilize a função pública para favorecê-los", explica Sancovski. Segundo ele, o presidente também não pode participar de decisões governamentais nas quais seus interesses privados possam influenciar sua atuação.

Fiscalização e transparência.
A fiscalização do presidente e das demais autoridades do alto escalão do governo federal é feita pela Comissão de Ética Pública (CEP), vinculada à Presidência da República. Entre as obrigações estão a entrega anual de informações sobre patrimônio, participações em empresas e atividades econômicas, além da divulgação diária da agenda oficial de compromissos. A Comissão também pode ser consultada para avaliar se determinada situação configura conflito de interesses. Se houver violação da lei, o agente público pode responder por improbidade administrativa. As punições incluem perda do cargo, suspensão dos direitos políticos, multa, ressarcimento ao poder público, quando houver dano, e proibição de contratar com o governo ou de receber benefícios fiscais por três anos. A legislação deixa claro que um conflito de interesses pode existir mesmo sem prejuízo aos cofres públicos ou ganho financeiro para o agente público.

No Brasil, candidatos à Presidência da República devem declarar seu patrimônio à Justiça Eleitoral. Depois de eleito, o presidente da República deve encaminhar anualmente à Comissão de Ética Pública informações atualizadas.

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PF faz buscas contra Márcio Canella e Marcus Amim no Rio de Janeiro.

  

Policiais cumprem 19 mandados de busca e apreensão na capital fluminense e nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende.

Mirelle Pinheiro

O ex-prefeito de Belford Roxo, pré-candidato ao Senado e presidente do União Brasil no Rio de Janeiro, Márcio Canella (à esquerda na foto), e o ex-secretário de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro Marcus Amim (à direita na foto) estão entre os alvos da sexta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (7/7). A ação investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro que teria utilizado uma rede de postos de combustíveis para ocultar recursos de origem criminosa. Policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão na capital fluminense e nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende. A Justiça também autorizou o sequestro de bens e valores, além da suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas aos investigados. Segundo a PF, a investigação ganhou força após um Relatório de Inteligência Financeira (RIF), desenvolvido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentações superiores a R$ 7,6 bilhões realizadas pelo grupo nos últimos seis anos. Os investigados poderão responder, conforme o avanço das apurações, pelos crimes de organização criminosa, contratação direta ilegal, lavagem de dinheiro e outros delitos que eventualmente forem identificados.
 
Na semana passada, durante a quinta fase da Operação Unha e Carne, a PF prendeu o pastor Márcio Poncio, investigado por supostas ligações com a chamada Máfia do Cigarro. Também foram alvo daquela etapa o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, apontado como um dos principais nomes do jogo do bicho no estado, e o ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar, já preso. As investigações apuram uma rede de proteção ao crime organizado, lavagem de dinheiro e possível participação de agentes públicos no esquema.

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