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sábado, 13 de junho de 2026

Produtora de filme sobre Bolsonaro obtém medida protetiva contra ex-marido.


Decisão aponta indícios de ameaças, perseguição e 
violência psicológica contra Karina Ferreira da Gama.

247 - A empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela produção do filme "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL), obteve uma medida protetiva na Justiça de São Paulo contra seu ex-marido, Wemerson Marinho da Gama. A decisão, segundo a coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, foi proferida pela juíza Tatyana Teixeira Jorge, da Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da capital paulista. Ao analisar o caso, a magistrada apontou indícios de ameaças, perseguição e violência psicológica, concedendo a proteção prevista na Lei Maria da Penha.

Justiça impõe série de restrições ao ex-marido.
A medida determina que Wemerson mantenha distância mínima de 300 metros de Karina e de seus familiares. Ele também está proibido de manter qualquer tipo de contato com a empresária, seja por telefone, redes sociais, aplicativos de mensagens ou por intermédio de terceiros. A decisão judicial estabelece ainda que o ex-marido não poderá frequentar os mesmos locais que Karina, incluindo seu ambiente de trabalho. Além disso, ele está impedido de divulgar fotografias, vídeos ou qualquer outro material audiovisual em que a empresária apareça sem autorização. Segundo os autos, Karina relatou ter passado a sofrer intimidações após o fim do casamento. O casal tem uma filha de 3 anos.

Novos documentos levaram à revisão do caso.
O pedido de medida protetiva havia sido negado inicialmente. Posteriormente, a defesa da empresária apresentou novos documentos à Justiça, entre eles um laudo psicológico e um detalhamento das condutas atribuídas ao ex-marido. Após reexaminar o caso, a juíza concluiu que havia elementos suficientes para caracterizar indícios de violência psicológica, moral e ameaças, determinando a concessão da medida protetiva. A magistrada também definiu que eventuais contatos de Wemerson com a filha do casal deverão ocorrer por intermédio de uma terceira pessoa indicada por Karina, até que a questão seja apreciada pela vara competente.

Testemunha relatou pressão e tentativas de exposição.
Em depoimento à Polícia Civil, uma testemunha ligada às atividades profissionais da empresária afirmou que Wemerson teria passado a exigir compensações financeiras e participação em contratos relacionados ao Instituto Conhecer Brasil, organização presidida por Karina. De acordo com o relato, após a recusa, ele teria iniciado ameaças e tentativas de divulgar informações sobre a vida pessoal e profissional da empresária. A testemunha também declarou que o objetivo seria desgastar sua imagem pública em um momento de maior exposição nacional.

Procurada pela reportagem, a defesa de Wemerson informou que ainda não foi formalmente citada no processo. Segundo a advogada Tassiane Locali Ventura, ele não mantém contato com a ex-mulher há bastante tempo e o pedido de divórcio foi protocolado em fevereiro de 2025.

Caso ocorre em meio à repercussão do filme "Dark Horse".
Karina ganhou projeção nacional após o anúncio da produção de "Dark Horse", filme que pretende retratar a trajetória política de Jair Bolsonaro. Nas últimas semanas, o projeto passou a ser alvo de repercussão após a divulgação de mensagens que indicariam negociações entre o senador Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para o financiamento da obra. A repercussão levou a Agência Nacional do Cinema (Ancine) a abrir uma investigação para apurar possíveis irregularidades relacionadas ao longa-metragem. Inicialmente, a produtora Go Up Entertainment, comandada por Karina, negou ter recebido recursos de Vorcaro. Posteriormente, integrantes do projeto reconheceram a participação do empresário no financiamento.

Paralelamente, Karina também é alvo de investigações envolvendo o Instituto Conhecer Brasil, contratado pela gestão do prefeito Ricardo Nunes para a implantação de pontos de internet pública em São Paulo. A Polícia Civil e o Ministério Público apuram suspeitas relacionadas à execução do contrato, e a empresária foi alvo de uma operação de busca e apreensão. Karina nega as acusações e afirma ter concluído um laudo técnico que será apresentado à Justiça para esclarecer suas movimentações financeiras e empresariais.

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Pesquisa favorável a Lula reacende especulações sobre plano B para Flávio.

 

Levantamento que animou lulistas faz o mundo político imaginar quem poderia substituir o filho do ex-presidente na corrida presidencial.

A nova rodada da pesquisa Quaest divulgada nesta semana aumentou as especulações em Brasília sobre um eventual plano B no partido de Flávio Bolsonaro, hipótese descartada com veemência oficialmente. Há quem faça a leitura de que uma eventual alternativa no PL não seria a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, mas o senador Rogério Marinho (PL-RN), hoje coordenador da pré-campanha de Flávio.

Questionado pela coluna sobre qual seria o principal erro de Flávio até aqui na corrida ao Planalto, um presidente de partido de centro, sob reserva, respondeu: “O maior erro do Flávio é insistir nele mesmo como candidato.”

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Vorcaro tenta arrastar PF para uma brincadeira de gato e rato.


Josias de Souza

A Polícia Federal recusou a segunda proposta de colaboração de Daniel Vorcaro. Concluiu que o personagem fala muito. Mas diz menos do que seus celulares já revelaram. Para a defesa de Vorcaro, os investigadores têm má vontade com o investigado. Dissemina-se nos bastidores de Brasília a impressão de que o dono do falecido Banco Master tenta arrastar a PF para um jogo de gato e rato.

Notícia da revista Veja informa que Vorcaro contou ter transferido dinheiro para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre — US$ 30 milhões, o equivalente a R$ 153 milhões. O dinheiro teria sido depositado numa conta secreta no exterior. Em nota, o senador disse que as informações "são falsas" e serão "enfrentadas com firmeza". A mesma notícia diz que Vorcaro citou também uma parceria com o PT da Bahia, iniciada em 2007. Na versão disseminada nos subterrâneos, o problema não seria a inanição da delação de Vorcaro, mas a indisposição da PF para investigar determinados temas. É como se o mafioso que tinha um banco debochasse da alegação segundo a qual tenta blindar o patrimônio ilegal e proteger os amigos.

Nos desenhos animados, sempre que o rato ri do gato é porque imagina que há um buraco por perto. Cabe à Polícia Federal demonstrar a Vorcaro e seus cúmplices — sejam eles quem forem — que não há como escapar de uma investigação bem feita. De resto, seria absurdo imaginar que a Procuradoria-Geral da República e o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo, participariam de uma brincadeira de gato e rato como meros espectadores.

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sexta-feira, 12 de junho de 2026

'Agora fica claro por que nenhum bolsonarista assinou a CPMI do Dark Horse', diz Correia ao citar Alcolumbre.


Deputado cita supostos repasses a Alcolumbre e financiamento do longa ao defender investigação no Congresso.

247 - O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) afirmou na quinta-feira (11), pela rede social X, que as novas informações envolvendo o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, ajudam a explicar por que parlamentares bolsonaristas não assinaram a CPMI do Dark Horse. Na quinta-feira (11), o parlamentar destacou a informação de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, teria recebido US$ 30 milhões, o equivalente a R$ 155 milhões, do ex-banqueiro, preso após ser alvo da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF). O empresário vinha tentando firmar um acordo de delação premiada, mas teve uma segunda proposta rejeitada pela PF."Em apenas um dia são três notícias bombásticas sobre Vorcaro e o BolsoMaster: 
1- Banco do PCC e empresa do filme Dark Horse , de Jair Bolsonaro, juntos no mesmo fundo de investimento; 
2- Davi Alcolumbre teria recebido 155 milhões de Vorcaro, segundo revista Veja, o que explicaria o acordo de votar a dosimetria, para beneficiar Bolsonaro e enterrar a CPMI do Master e 
3 - Filho do Ministro Fux, mais novo herói bolsonarista, na farra de 5 milhões de degustação de Whisky", escreveu o petista na rede social X.

Em seguida, o deputado defendeu a abertura de investigação parlamentar sobre o caso. "Por isto nenhum bolsonarista assinou a CPMI do Dark Horse, que apresentei no Congresso", acrescentou. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro é investigado pela PF em um esquema que apura um suposto esquema de fraudes financeiras. As irregularidades movimentaram ao menos R$ 12 bilhões, estimaram investigadores. Mais cedo, Correia já havia usado as redes sociais para associar o caso Master ao filme Dark Horse, produção biográfica sobre Jair Bolsonaro (PL). O parlamentar também mencionou reportagens sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, e sobre o presidente do Senado. Filme Dark Horse entra no centro da disputa O longa Dark Horse, citado por Correia, retrata Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar após ser condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 27 anos e três meses de prisão no inquérito da trama golpista.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negociou com Vorcaro um financiamento de R$ 134 milhões para a produção do filme. Desse total, R$ 61 milhões foram repassados. O caso levou o Partido dos Trabalhadores a acionar o STF e a PF (Polícia Federal), com pedido de abertura de investigação sobre a suspeita de que a produção do filme tenha sido usada em uma possível operação de caixa 2 vinculada à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. O PT pediu apurações sobre eventual movimentação de recursos no exterior.

O ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também aparece nas tratativas do financiamento do filme. O ex-parlamentar discutiu o tema com Vorcaro por meio de Thiago Miranda, sócio do Portal Leo Dias. Reportagem do Intercept Brasil publicada em 27 de maio apontou que o ex-congressista pediu o envio do "máximo" de recursos aos Estados Unidos, país onde vive atualmente.

    Em apenas um dia são três notícias bombásticas sobre Vorcaro e o BolsoMaster:
    1- Banco do PCC e empresa do filme Dark Horse , de Jair Bolsonaro, juntos no mesmo fundo de investimento;
    2- David Alcolumbre teria recebido 155 milhões de Vorcaro, segundo revista Veja, o que…
    — Rogério Correia (@RogerioCorreia_) June 11, 2026

https://www.brasil247.com

Entorno de Vorcaro aponta que PF nunca quis fazer delação premiada.

  
Policiais alegaram falta de provas em documento.

Interlocutores de Daniel Vorcaro disseram à CNN ter a avaliação de que a Polícia Federal "nunca" quis fazer uma delação premiada com o banqueiro. A leitura é de que tanto na primeira tentativa quanto na segunda a instituição atuou de maneira pro forma, sem dar andamento real às tratativas nem demonstrando interesse em fechar um acordo. Questionados sobre eventuais motivos para essa postura, eles não disseram o motivo. Os aliados do banqueiro contestam ainda a justificativa da PF de que a segunda versão da proposta era frágil e sem substância como integrantes da PF afirmaram nos bastidores. Ao contrário, dizem que no documento apresentado Vorcaro se auto-incrimina, faz confissões e que há revelações que implicam possíveis práticas delitivas de autoridades. Afirmam também que a nova versão traz fatos inéditos que a Polícia Federal não conhecia.

A CNN mostrou no começo de junho que a nova versão alcançava autoridades dos Três Poderes e da oposição. A CNN procurou a Polícia Federal e aguarda uma posição.

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Dona de produtora de filme dos Bolsonaro era investigada há quase 10 anos.


Daniela Lima

Relatório da Controladoria-Geral da União ao qual a coluna teve acesso detalha um dos principais achados dos auditores federais contra a organização não governamental comandada por Karina, o Instituto Conhecer Brasil. Tanto a entidade como a produtora que, em tese, coordenou a organização do filme de Bolsonaro, "Dark Horse", funcionam no mesmo local e dividem até a infraestrutura que criou seus endereços na internet. Até os pecados de Karina se repetem nos casos que hoje estão sob a lupa do público. Por exemplo: hoje causa estranhamento que a ONG Instituto Conhecer Brasil e a produtora do filme "Dark Horse" funcionem no mesmo endereço. Anos atrás, o incômodo de auditores federais era idêntico, mas o problema, um pouco diferente.

O Conhecer Brasil ganhou uma licitação no Sesi e subcontratou uma empresa para prestar serviços milionários. Onde a empresa estava registrada? No mesmo logradouro da ONG."Esta última empresa foi selecionada pelo Instituto Conhecer Brasil para montar a infraestrutura e realizar a divulgação da 9ª Feira da Cidadania - Pará. Com base em informação da Receita Federal do Brasil há relação entre as duas últimas empresas. Elas estão localizadas em endereços semelhantes. (...) Ou seja, o que diferencia os endereços das firmas é o número das salas", anotou o auditor na inspeção publicada em 2021.

No governo Bolsonaro (2019-2023), os negócios de Karina se multiplicaram. Se antes suas empresas movimentavam dezenas de milhões de reais, com a ascensão da direita ao poder ela passou a gerir contratos de centenas de milhões de reais, vide acordo firmado com a Prefeitura de São Paulo, já sob Ricardo Nunes (MDB-SP), para implementação de sinal público de internet — um serviço não entregue, segundo suspeita da policia, a várias áreas da capital paulista.

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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Exclusivo: Produtora de “Dark Horse” tem contratos com mais de 50 municípios e estados.

 
Publicado por
Vinicius Segalla

A empresária Karina Ferreira da Gama, sócia do deputado federal Mário Frias (PL-SP) e produtora do filme “Dark Horse”, assinou contratos e recebeu verbas públicas de, pelo menos, 51 municípios e estados espalhados pelas cinco regiões do país. Os valores vão de mais de R$ 100 milhões a dezenas de milhares de reais, e os contratos foram firmados com entes públicos como o Estado de São Paulo, o Distrito Federal, os municípios de Babaçulândia (TO), Cascavel (PR), Macapá (AP) e Redenção do Gurguéia (PI). Utilizando a ONG de sua propriedade chamada Instituto Conhecer Brasil (ICB), as atividades e projetos para que a produtora do filme de Bolsonaro foi contratada variaram muito, passando por instalação de antenas de wi-fi, realização de evento literário gospel, capacitação de professores da rede pública, instalação de laboratórios escolares e projeto de “automobilismo social por meio da Fórmula Truck Kids”, este último contratado pela prefeitura de Cascavel, no Paraná, em 2017, durante a administração do prefeito Leonaldo Paranhos (Podemos), bolsonarista que viu o patrimônio de seus negócios crescer 220 vezes em dois anos.

Já no Distrito Federal, durante a gestão do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), Karina da Gama firmou um contrato com a Secretaria de Educação em 22 de dezembro de 2023, por R$ 4 milhões, para um projeto que teria duração de um ano. Posteriormente, foi assinado um aditivo. Documentos da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) mostram que o ICB participou do Termo de Colaboração nº 02/2023, ligado ao Programa Desafio DF, para implantação de laboratórios e ações de educação tecnológica em 16 escolas da rede pública. O projeto previa capacitação de professores, uso de impressoras 3D, kits de eletrônica, plataformas digitais, ferramentas de monitoramento pedagógico e laboratórios móveis chamados de “Smart Labs”. O plano de trabalho também menciona uso de ferramentas como Google Analytics, Tableau, Google Forms, Zoom, Microsoft Teams e sistemas digitais de monitoramento.

Já com o município de São Paulo, foram pelo menos sete contratos e aditivos, para a realização de três eventos literários gospel (um por ano de 2023 a 2025) e para a instalação de antenas de wi-fi em bairros da periferia. Ao todo, a administração Ricardo Nunes entregou mais de R$ 108 milhões à produtora do filme de Jair Bolsonaro, tornando o povo paulistano o maior financiador dos negócios de Karina, ultrapassando inclusive o banqueiro Daniel Vorcaro, que contribuiu com R$ 60 milhões. Neste contrato, a ONG da produtora do filme “Dark Horse” contratou a empresa de um conselheiro da própria entidade como fornecedora para quase 60% dos gastos, incluindo despesas inflacionadas para a produção de vídeos com baixo alcance, conforme noticiou o portal Metrópoles.

O que o site do ex-presidiário Luiz Estevão não conta é o que a própria Karina da Gama assume e enumera nas páginas 10 e 11 do contrato: a sua ONG ICB recebeu verbas públicas de 49 prefeituras espalhadas pelo Brasil, além do Estado de São Paulo e do Distrito Federal, e isso apenas entre os anos de 2017 e 2022.

Entre os contratos firmados e serviços “prestados” estão:

– Elaboração e desenvolvimento da metodologia de laboratórios de robótica em escolas do ensino público municipal nas cidades de Barra do Santa Rosa (PB), Macapá (AP), Engenheiro Coelho (SP) e Buíque (PE).

– Execução de programa de diagnóstico e capacitação para o terceiro setor chamado “Frente a Criança e ao Adolescente”, do governo do Estado de São Paulo.

– Projeto social de Fórmula Truck/Fórmula Truck Kids, contratado tanto pela prefeitura de Cascavel (PR) como pelo governo do Distrito Federal. A lista completa de projetos com 51 entes públicos que contrataram a produtora do filme “Dark Horse”, conforme listados pela própria Karina da Gama, em documento público da Prefeitura de São Paulo. 
 
– Execução de programa de diagnóstico e capacitação para o terceiro setor chamado “Frente a Criança e ao Adolescente”, do governo do Estado de São Paulo.

– Projeto social de Fórmula Truck/Fórmula Truck Kids, contratado tanto pela prefeitura de Cascavel (PR) como pelo governo do Distrito Federal.

Veja a lista completa de projetos com 51 entes públicos que contrataram a produtora do filme “Dark Horse”, conforme listados pela própria Karina da Gama, em documento público da Prefeitura de São Paulo, reproduzido abaixo.
 
Curiosamente, o site do ICB esconde quase todos esses projetos e contratos, exibindo apenas sete. Por que será?

https://www.diariodocentrodomundo.com.br 

Vacina da gripe é liberada para toda a população em Guarapari e Anchieta (ES).

 
Redação Multimídia 
ESHOJE

A vacinação contra a gripe (Influenza), antes restrita aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, passou a ser oferecida para toda a população a partir dos seis meses de idade nos municípios de Guarapari e Anchieta. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reforçar a proteção da população durante o período de maior circulação de vírus respiratórios. Em Guarapari, a imunização está disponível em todas as unidades de saúde da rede municipal. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 07:30 às 12:00h e das 13:00h às 15:00h.

O fornecimento das doses é realizado pela Rede de Frio Municipal, responsável pelo armazenamento e distribuição dos imunizantes. De acordo com a pasta, cada unidade recebe regularmente entre 100 e 200 doses, quantidade definida conforme a demanda e as necessidades de cada região do município. A Secretaria de Saúde informou ainda que, neste momento, não há previsão para a realização de uma campanha específica ou de um Dia D de vacinação contra a Influenza voltado à população em geral. A ampliação do público-alvo acompanha uma estratégia adotada por diversos municípios com o objetivo de aumentar os índices de cobertura vacinal e reduzir a ocorrência de casos graves da doença, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Em Anchieta, a vacina também passou a ser disponibilizada para toda a população com mais de seis meses de idade. Dados da Secretaria Municipal de Saúde apontam que, até o dia 1º de junho, o município havia atingido 56,72% da meta de vacinação estabelecida pelo Ministério da Saúde.

https://eshoje.com.br

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Rubio é latino-americano frustrado e não gosta do Brasil, diz Lula.


Lara Brito

Secretário de Estado norte-americano disse que o país “não é 
amigável”; petista afirma que EUA não podem desrespeitá-lo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta 4ª feira (3.jun.2026) o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, o petista afirmou que o chefe da diplomacia norte-americana “não gosta da América Latina e muito menos do Brasil”. A declaração foi feita em meio ao agravamento da crise entre Brasília e Washington.“Esse Marco Rubio não gosta da América Latina e muito menos do Brasil. Ele é um latino-americano frustrado“, declarou Lula. A fala foi uma resposta às declarações dadas por Rubio na véspera. O secretário de Estado classificou 3ª feira (2.jun) o Brasil como um país “não amigável” aos Estados Unidos. 

Lula disse que o governo brasileiro tem buscado preservar a relação institucional com Washington e afirmou que o país não pretende alimentar conflitos diplomáticos.“É importante que eles saibam que nós não queremos guerra. É importante que eles saibam que nós queremos construir a narrativa verdadeira de uma relação que já dura 201 anos”, declarou. O presidente também criticou a forma como os Estados Unidos anunciaram novas medidas comerciais contra o Brasil.“Nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil esta semana”, afirmou. Segundo Lula, o governo brasileiro manteve negociações com autoridades norte-americanas nos últimos meses e foi surpreendido pela decisão anunciada por Donald Trump.“Confesso a vocês que fui pego de surpresa”, disse.

O petista afirmou que enviará uma nova carta ao presidente norte-americano para contestar argumentos apresentados por integrantes do governo dos EUA. Lula também voltou a defender uma política externa baseada no multilateralismo e disse que os conflitos internacionais recentes decorrem de “decisões unilaterais”. Segundo ele, o Brasil continuará defendendo o fortalecimento das instituições internacionais e da democracia.

REUNIÃO MINISTERIAL.
A reunião desta 4ª feira (3.jun) foi a 1ª ministerial ampliada realizada por Lula depois da reforma na articulação política do governo e da recente escalada da tensão comercial com os Estados Unidos. Além da tensão com Washington, o presidente cobrou dos ministros a aceleração de entregas e a coordenação das ações do governo. Lula determinou que inaugurações e anúncios passem pela Casa Civil e reclamou da falta de comunicação entre ministérios e o Palácio do Planalto.“É importante que a gente apronte tudo até o dia 3 de julho”, disse. Também afirmou que “é importante que a gente não saiba nada pelos jornais”, ao pedir maior alinhamento entre os integrantes da Esplanada.

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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Trump fez elogios a Lula em conversa com Flávio Bolsonaro.


Presidente dos Estados Unidos classificou 
Lula como “esperto” e “dinâmico”.

247 - A jornalista Mariana Sanches, do UOL, revelou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente Lula (PT) diante do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e também comentou reformas na Casa Branca durante encontro no Salão Oval na terça-feira (26). Segundo o relato de Sanches, Trump fez uma avaliação pessoal do presidente brasileiro mesmo na presença de um aliado do bolsonarismo. Para a jornalista, o episódio contrasta com a tentativa de transformar a imagem do encontro em um ativo político-eleitoral. “O Trump teria dito que o Lula aparentava ser muito velho, mas que, quando ele falava e agia, ele passava uma impressão diferente, de uma pessoa muito dinâmica e de uma pessoa muito esperta. Portanto, Donald Trump fez elogios ao Lula diante de Flávio Bolsonaro, foi isso que aconteceu”, afirmou Mariana Sanches.

A declaração, de acordo com a jornalista, indica que Trump teria feito comentários positivos sobre Lula em um contexto considerado sensível para apoiadores de Jair Bolsonaro (PL). O relato também acrescenta um novo elemento aos bastidores da conversa, ao mostrar que o presidente norte-americano teria se afastado da leitura política esperada por seus interlocutores.

Reformas na Casa Branca entraram na conversa.
Mariana Sanches disse ainda que Trump dedicou parte expressiva do encontro a falar sobre intervenções no complexo presidencial norte-americano. Segundo ela, o tema ocupou mais de 10 minutos da conversa e incluiu comentários sobre o Roseiral da Casa Branca, conhecido em inglês como Rose Garden.“O Trump passou mais de 10 minutos falando sobre as reformas que ele está fazendo na Casa Branca. Disse que mandou cimentar o Rose Garden, o jardim ali da Casa Branca, icônico, histórico, porque muito pouca gente usava, defendeu a construção do salão de festa, super polêmico, caro, até a base republicana está insatisfeita com isso”, relatou a jornalista.

Sanches também descreveu um comportamento disperso de Trump durante a conversa. De acordo com a jornalista, o presidente norte-americano alternou temas de forma repentina e chegou a interromper o diálogo para falar com assessores.

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