Anita Prado
O reconhecimento da vitória abre espaço para a articulação de Lula com partidos que ocupam posições estratégicas no Congresso Nacional. Isso, porém, não significa que o presidente terá apoio garantido para aprovar sua agenda. A capacidade de governar dependerá das negociações com essas legendas e da correlação de forças no Legislativo, especialmente diante do tamanho das bancadas do PL.
Partidos cobram responsabilidade e diálogo.
Entre as manifestações divulgadas após a apuração, o União Brasil destacou o respeito às instituições como condição para a democracia. Em nota assinada pelo presidente nacional, Antonio Rueda, a legenda afirmou que a soberania popular se expressou livremente nas urnas e que o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral deve ser respeitado. O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), também cumprimentou Lula e defendeu que as divergências políticas sejam deixadas de lado em favor dos interesses nacionais.
No PSD, o presidente nacional, Gilberto Kassab, parabenizou Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Em nota, afirmou que a legenda pretende apoiar iniciativas voltadas à redução das desigualdades sociais, ao equilíbrio fiscal e à criação de condições favoráveis aos investimentos e à geração de empregos. Kassab também indicou que parlamentares e governadores eleitos pelo partido deverão manter uma relação institucional com o governo federal, sem abrir mão da defesa de projetos que considerem positivos para o desenvolvimento do país.
O Podemos, presidido pela deputada federal Renata Abreu, desejou que Lula conduza o novo mandato com sabedoria e responsabilidade. A sigla, no entanto, ressaltou que continuará atuando com independência no Parlamento, colocando os interesses da população acima das disputas partidárias.
Já o Republicanos, por meio de seu presidente, Marcos Pereira, destacou que a responsabilidade de Lula inclui governar para os eleitores que optaram por Flávio Bolsonaro. O dirigente defendeu respeito às diferenças e diálogo com o Congresso Nacional.
O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, também reconheceu a vitória de Lula e afirmou que a reeleição ocorreu democraticamente. O dirigente desejou serenidade ao petista para governar em benefício de todos os brasileiros.
No campo dos partidos que apoiaram a reeleição do petista, o PDT afirmou que esteve ao lado de Lula desde o início da campanha e classificou a vitória como um resultado favorável à democracia. PCdoB e PSOL destacaram a mobilização popular e o trabalho de militantes durante o segundo turno.
A Rede atribuiu o resultado à reação contra a desinformação e o que classificou como interferência estrangeira e atuação das grandes empresas de tecnologia. PCB e PSTU também ressaltaram a participação popular, mas defenderam que a mobilização política continue após a eleição. O PSTU afirmou que seguirá se opondo tanto à extrema direita quanto às medidas do governo que considerar contrárias aos interesses dos trabalhadores.
O partido MISSÂO reconheceu a vitória de Lula, mas não parabenizou o presidente. Renan Santos, dirigente da legenda e candidato à Presidência no primeiro turno, negou a existência de fraude e atribuiu o resultado à força da campanha petista na etapa final da disputa e à ampliação da rejeição ao bolsonarismo.
https://noticias.uol.com.br
O reconhecimento da vitória abre espaço para a articulação de Lula com partidos que ocupam posições estratégicas no Congresso Nacional. Isso, porém, não significa que o presidente terá apoio garantido para aprovar sua agenda. A capacidade de governar dependerá das negociações com essas legendas e da correlação de forças no Legislativo, especialmente diante do tamanho das bancadas do PL.
Partidos cobram responsabilidade e diálogo.
Entre as manifestações divulgadas após a apuração, o União Brasil destacou o respeito às instituições como condição para a democracia. Em nota assinada pelo presidente nacional, Antonio Rueda, a legenda afirmou que a soberania popular se expressou livremente nas urnas e que o resultado proclamado pela Justiça Eleitoral deve ser respeitado. O líder do partido na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), também cumprimentou Lula e defendeu que as divergências políticas sejam deixadas de lado em favor dos interesses nacionais.
No PSD, o presidente nacional, Gilberto Kassab, parabenizou Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Em nota, afirmou que a legenda pretende apoiar iniciativas voltadas à redução das desigualdades sociais, ao equilíbrio fiscal e à criação de condições favoráveis aos investimentos e à geração de empregos. Kassab também indicou que parlamentares e governadores eleitos pelo partido deverão manter uma relação institucional com o governo federal, sem abrir mão da defesa de projetos que considerem positivos para o desenvolvimento do país.
O Podemos, presidido pela deputada federal Renata Abreu, desejou que Lula conduza o novo mandato com sabedoria e responsabilidade. A sigla, no entanto, ressaltou que continuará atuando com independência no Parlamento, colocando os interesses da população acima das disputas partidárias.
Já o Republicanos, por meio de seu presidente, Marcos Pereira, destacou que a responsabilidade de Lula inclui governar para os eleitores que optaram por Flávio Bolsonaro. O dirigente defendeu respeito às diferenças e diálogo com o Congresso Nacional.
O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, também reconheceu a vitória de Lula e afirmou que a reeleição ocorreu democraticamente. O dirigente desejou serenidade ao petista para governar em benefício de todos os brasileiros.
No campo dos partidos que apoiaram a reeleição do petista, o PDT afirmou que esteve ao lado de Lula desde o início da campanha e classificou a vitória como um resultado favorável à democracia. PCdoB e PSOL destacaram a mobilização popular e o trabalho de militantes durante o segundo turno.
A Rede atribuiu o resultado à reação contra a desinformação e o que classificou como interferência estrangeira e atuação das grandes empresas de tecnologia. PCB e PSTU também ressaltaram a participação popular, mas defenderam que a mobilização política continue após a eleição. O PSTU afirmou que seguirá se opondo tanto à extrema direita quanto às medidas do governo que considerar contrárias aos interesses dos trabalhadores.
O partido MISSÂO reconheceu a vitória de Lula, mas não parabenizou o presidente. Renan Santos, dirigente da legenda e candidato à Presidência no primeiro turno, negou a existência de fraude e atribuiu o resultado à força da campanha petista na etapa final da disputa e à ampliação da rejeição ao bolsonarismo.
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