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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Decidiu bater de frente com os Estados Unidos e mandar 814 toneladas de alimentos para ajudar Cuba.


Por Henrique Cesaretti

Em meio à crise de abastecimento que atinge Cuba, um novo capítulo ganhou destaque no cenário internacional. Uma potência decidiu bater de frente com os Estados Unidos e enviar 814 toneladas de alimentos para ajudar a ilha caribenha.

A ajuda humanitária por parte do Governo do México inclui milhões de quilos de produtos básicos, justamente em um momento em que a população enfrenta dificuldade para encontrar itens essenciais. O envio foi tratado como estratégico e até mesmo simbólico diante das sanções que pesam sobre o país.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, a carga chegou como parte de um acordo de cooperação. No entanto, o gesto também carrega um recado político claro ao governo norte-americano.

Cuba atravessa uma das piores crises alimentares das últimas décadas, com prateleiras vazias e longas filas nos mercados. A escassez tem afetado diretamente o dia a dia da população e aumentado a pressão sobre as autoridades locais.

O envio das 814 toneladas busca justamente amenizar esse cenário e garantir o mínimo necessário para milhares de famílias. Até mesmo setores mais críticos do governo cubano reconheceram a importância da ajuda neste momento delicado.

Especialistas apontam que a iniciativa reforça alianças internacionais e amplia a disputa por influência na região. No entanto, também reacende o debate sobre os impactos do embargo econômico imposto pelos Estados Unidos.

A movimentação internacional ocorre enquanto Cuba tenta reorganizar sua economia e ampliar parcerias comerciais. Justamente por isso, cada gesto externo acaba tendo peso político e econômico significativo.

Relação de Cuba e Estados Unidos

Os Estados Unidos não são contra a ajuda humanitária em si, no entanto, esse tipo de envio é visto como parte de uma disputa política maior, já que mantêm um embargo contra Cuba para pressionar o governo por mudanças. Quando outra potência envia grandes volumes de alimentos, isso pode justamente enfraquecer o impacto das sanções e ampliar a influência desse país na região, algo sensível para Washington.

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