Ruben Berta
Bacellar foi secretário de Casto. Ele estava dentro do governo de Cláudio Castro num dos epicentros do escândalo. Ele comandava a Secretaria de Governo, quando foi lançado o projeto Observatório Social da Operação Segurança Presente, feito em parceria com a Uerj, que injetou cerca de R$ 100.000.000,00 em folhas de pagamento secretas. Diversos nomes ligados a Bacellar foram contratados pelo projeto, revelou o UOL. O caso mais emblemático foi o de Aislan de Souza Coelho. O advogado foi assessor do deputado desde o início de 2019 na Alerj, em junho daquele ano, assumiu o posto de chefe de gabinete. Em junho de 2021, acompanhou Bacellar e foi para a Secretaria de Governo, onde também atuou como chefe de gabinete.
Quando estava na pasta, Coelho passou a figurar na lista de pagamentos do Observatório Social da Operação Segurança Presente. Ele recebeu R$ 10.000,00 mensais entre junho e dezembro no projeto, totalizando R$ 70.000,00. O valor se somou ao seu salário regular no governo, que era de R$ 18.300,00. Coelho viria a se tornar tesoureiro da campanha de Cláudio Castro em 2022.
Bacellar e Castro tinham relação próxima. Eles estreitaram as relações a partir do impeachment do ex-governador Wilson Witzel. O presidente da Alerj foi o relator do processo que culminou com a derrubada de Witzel e colocou Castro, então vice-governador, no comando do Executivo estadual. Desde então, a relação entre os dois foi bastante próxima. Bacellar chegou a ser apontado como o personagem que realmente dava as cartas no governo estadual. Em julho deste ano, porém, a relação se estremeceu. Isso aconteceu após Bacellar, ao assumir o governo interinamente, demitir o então secretário de Transportes, Washington Reis (MDB), sem a anuência de Castro.
https://noticias.uol.com.br
Bacellar foi secretário de Casto. Ele estava dentro do governo de Cláudio Castro num dos epicentros do escândalo. Ele comandava a Secretaria de Governo, quando foi lançado o projeto Observatório Social da Operação Segurança Presente, feito em parceria com a Uerj, que injetou cerca de R$ 100.000.000,00 em folhas de pagamento secretas. Diversos nomes ligados a Bacellar foram contratados pelo projeto, revelou o UOL. O caso mais emblemático foi o de Aislan de Souza Coelho. O advogado foi assessor do deputado desde o início de 2019 na Alerj, em junho daquele ano, assumiu o posto de chefe de gabinete. Em junho de 2021, acompanhou Bacellar e foi para a Secretaria de Governo, onde também atuou como chefe de gabinete.
Quando estava na pasta, Coelho passou a figurar na lista de pagamentos do Observatório Social da Operação Segurança Presente. Ele recebeu R$ 10.000,00 mensais entre junho e dezembro no projeto, totalizando R$ 70.000,00. O valor se somou ao seu salário regular no governo, que era de R$ 18.300,00. Coelho viria a se tornar tesoureiro da campanha de Cláudio Castro em 2022.
Bacellar e Castro tinham relação próxima. Eles estreitaram as relações a partir do impeachment do ex-governador Wilson Witzel. O presidente da Alerj foi o relator do processo que culminou com a derrubada de Witzel e colocou Castro, então vice-governador, no comando do Executivo estadual. Desde então, a relação entre os dois foi bastante próxima. Bacellar chegou a ser apontado como o personagem que realmente dava as cartas no governo estadual. Em julho deste ano, porém, a relação se estremeceu. Isso aconteceu após Bacellar, ao assumir o governo interinamente, demitir o então secretário de Transportes, Washington Reis (MDB), sem a anuência de Castro.
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