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domingo, 30 de novembro de 2025

Fenômeno capaz de esfriar as águas do oceano deve trazer um verão frio e de muita chuva no Brasil.


Por Fagner Santos    

O fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, deve influenciar o verão brasileiro de 2025-2026, alterando chuvas e temperaturas em várias regiões do país. Segundo a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), o La Niña deste ano foi confirmado com intensidade fraca, apresentando 70% de chance de persistir até fevereiro de 2026. O início do verão, marcado pelo solstício em 21 de dezembro, pode ser atípico, com dias mais nublados e chuvas acima da média. Massas de ar polar tardias devem provocar temperaturas abaixo do esperado em parte do Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Entre o final de janeiro e início de fevereiro, o calor intenso deve retornar em grande parte do país, alternando períodos de frio e calor.

Impactos regionais e previsões.
O efeito do La Niña varia conforme a região. No Norte e Nordeste, espera-se chuvas regulares, enquanto o Sul pode apresentar períodos mais secos. No Centro-Oeste e Sudeste, as temperaturas tendem a se manter amenas, dependendo da interação com outros sistemas atmosféricos. O fenômeno também afeta a agricultura, o abastecimento de água e a geração de energia, devido à distribuição irregular das chuvas. Apesar de fraco, o La Niña continua sendo um fator relevante para o clima global e requer atenção de autoridades e população para planejamento e prevenção de impactos. Assim, o verão de 2025-2026 deve apresentar dias de frio e chuva alternados com períodos de calor, tornando a estação atípica. O acompanhamento do fenômeno é fundamental para a proteção ambiental e o planejamento de atividades econômicas, já que influencia diretamente o cotidiano de milhões de brasileiros.

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